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Bem-Vindo

O Hotel Pulo do Lobo ** nasceu das hortas mouriscas de Serpa, bafejada com o cheiro da flor da laranjeira e do canteiro da hortelã, revendo-se no dourado dos cachos de uvas ou no aceno da azeitona madura pendurada no ramo da oliveira, respondendo aos que procuram o sossego das terras calmas do Baixo Alentejo.

À saída da cidade, o Hotel não está dentro nem fora. Está à mão, se assim se pode dizer. Situada junto a uma zona de moradias, dista uns cem metros, quanto muito, de uma rotunda onde confluem as estradas que vêm de Beja, de Évora, de Lisboa e da vizinha Andaluzia.

Foi baptizada da Pulo do Lobo porque fica à beira da única via que conduz a esse curioso acidente orográfico em que o Guadiana abandona a sua natural serenidade para se lançar em furioso turbilhão numa garganta de rochas por entre inesperados reflexos de espuma que desdobram ao sol vistosos arco-íris. Não podendo vencer tão grande obstáculo do rio, aí se detêm espécies de peixes como lampreia, o sável e a saboga que fazem as delícias da culinária local. Abrindo-se assim para a Serra de Serpa, solar da ovelha campaniça, da cabra serpentina, das tradicionais malhadas de colmeias, abrigo da perdiz vermelha, da lebre, do coelho e do javali.
O Hotel repousa ainda em absoluta serenidade no sopé de um monte, o Altinho, onde se realiza na Páscoa a mais importante romaria em louvor da Senhora de Guadalupe, saboreando o ensopado de borrego ao som dos coros entoados pelos naturais.

Ainda com requinte, o Hotel Pulo do Lobo ** transpira ruralidade por todos os poros, alicerçada numa arquitectura que sugere o ambiente dos montes alentejanos com a vantagem de se situar às portas de uma velhíssima e monumental cidade que, desde antiquíssimos tempos, ganhou o nome de Serpa.

Uma estadia na Pulo do Lobo, é um imperativo a não perder.

João Mário Caldeira